a a phenomenological reading of the library: From the mystical to the didactic:
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Corporación Universitaria Minuto de Dios - UNIMINUTO
Abstract
This article presents some considerations framed in a discussion about the essential and eidetic nature of the library as a space, as time or as an executable action. From there on, the reflections that the facets of the bookish environment of the academy, of the community and of the great nations, as well as of the small towns, prompt an exhaustive analysis by means of the phenomenological method, which makes use of the studies developed by Ingarden and his multiple commentators. Thus, I would be mistaken if I sought to speak of the book and the library as an object or idea without establishing a brief dialogue with Jorge Luis Borges, who through specific sections of his work considers these premises in a narrative manner; metaphysical, as corresponds to the process of intentionalization of the phenomenological object, and atemporal, as the same proceeding of the matter requires. However, this writing does not only evoke Borges authoritynor Ingarden’s own authority to say what he says; it simply anticipates itself, tries to come before his next move and has as its main purpose to unmask that romantic idea or not, that politicized idea or not, institutionalized or not, of what the phenomenon of the library can be, of what it has represented in ancient history and in the most recent modernity.
Se presentan en este artículo algunas consideraciones enmarcadas en una discusión acerca de la naturaleza esencial y eidética de la biblioteca como espacio, como tiempo o como acción ejecutable. De ahí en más, las reflexiones que suscitan las facetas del entorno libresco de la academia, de la comunidad y de las grandes naciones, así como de los pequeños poblados, impulsan un análisis exhaustivo mediante el método fenomenológico, el cual se vale de los estudios desarrollados por Ingarden y por sus múltiples comentaristas. Así las cosas, estaría errando si buscara hablar del libro y de la biblioteca como objeto o idea sin establecer un breve diálogo con Jorge Luis Borges, quien a través de puntuales apartados de su obra considera estas premisas de una manera narrativa; metafísica, como corresponde al proceso de intencionalización del objeto fenomenológico, y atemporal, como el mismo proceder de la materia lo requiere. Sin embargo, este escrito no evoca únicamente la autoridad de Borges ni la del propio Ingarden para decir lo que dice; simplemente, se adelanta a sí mismo, trata de anteponerse a su siguiente movimiento y tiene como fin principal desenmascarar aquella idea romántica o no, aquella idea politizada o no, institucionalizada o no, de lo que puede ser el fenómeno de la biblioteca, de lo que esta ha representado en la historia antigua y en la más reciente modernidad.
Este artigo apresenta algumas considerações enquadradas numa discussão sobre a natureza essencial e eidética da biblioteca como espaço, como tempo ou como ação executável. A partir daí, as reflexões suscitadas pelasfacetas do ambiente livresco da academia, da comunidade e das grandes nações, bem como das pequenas cidades, promovem uma análise exaustiva através do método fenomenológico, que utiliza os estudos desenvolvidos porIngarden e seus diversos comentaristas . Assim, estaria errado se procurasse falar do livro e da biblioteca como objeto ou ideia sem estabelecer um breve diálogo com Jorge Luis Borges, que através de trechos específicos de sua obra considera essas premissas de forma narrativa; metafísico, como corresponde ao processo de intencionalização do objeto fenomenológico, e atemporal,como o próprio procedimento da matéria o exige. Contudo, este escrito não evoca apenas a autoridade de Borges ou do próprio Ingarden para dizer o que diz; Ela simplesmente se adianta, tenta se colocar à frente do próximo passo,e seu principal objetivo é desmascarar aquela ideia que é romântica ou não, aquela ideia que é politizada ou não, institucionalizada ou não, do que é o fenômeno da biblioteca. pode ser, daquilo que representou na história antigae na modernidade mais recente
Se presentan en este artículo algunas consideraciones enmarcadas en una discusión acerca de la naturaleza esencial y eidética de la biblioteca como espacio, como tiempo o como acción ejecutable. De ahí en más, las reflexiones que suscitan las facetas del entorno libresco de la academia, de la comunidad y de las grandes naciones, así como de los pequeños poblados, impulsan un análisis exhaustivo mediante el método fenomenológico, el cual se vale de los estudios desarrollados por Ingarden y por sus múltiples comentaristas. Así las cosas, estaría errando si buscara hablar del libro y de la biblioteca como objeto o idea sin establecer un breve diálogo con Jorge Luis Borges, quien a través de puntuales apartados de su obra considera estas premisas de una manera narrativa; metafísica, como corresponde al proceso de intencionalización del objeto fenomenológico, y atemporal, como el mismo proceder de la materia lo requiere. Sin embargo, este escrito no evoca únicamente la autoridad de Borges ni la del propio Ingarden para decir lo que dice; simplemente, se adelanta a sí mismo, trata de anteponerse a su siguiente movimiento y tiene como fin principal desenmascarar aquella idea romántica o no, aquella idea politizada o no, institucionalizada o no, de lo que puede ser el fenómeno de la biblioteca, de lo que esta ha representado en la historia antigua y en la más reciente modernidad.
Este artigo apresenta algumas considerações enquadradas numa discussão sobre a natureza essencial e eidética da biblioteca como espaço, como tempo ou como ação executável. A partir daí, as reflexões suscitadas pelasfacetas do ambiente livresco da academia, da comunidade e das grandes nações, bem como das pequenas cidades, promovem uma análise exaustiva através do método fenomenológico, que utiliza os estudos desenvolvidos porIngarden e seus diversos comentaristas . Assim, estaria errado se procurasse falar do livro e da biblioteca como objeto ou ideia sem estabelecer um breve diálogo com Jorge Luis Borges, que através de trechos específicos de sua obra considera essas premissas de forma narrativa; metafísico, como corresponde ao processo de intencionalização do objeto fenomenológico, e atemporal,como o próprio procedimento da matéria o exige. Contudo, este escrito não evoca apenas a autoridade de Borges ou do próprio Ingarden para dizer o que diz; Ela simplesmente se adianta, tenta se colocar à frente do próximo passo,e seu principal objetivo é desmascarar aquela ideia que é romântica ou não, aquela ideia que é politizada ou não, institucionalizada ou não, do que é o fenômeno da biblioteca. pode ser, daquilo que representou na história antigae na modernidade mais recente
