Tecnologías emergentes y mediación: inteligencia artificial para la gestión pacífica de conflictos juveniles
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Corporación Universitaria Minuto de Dios
Abstract
En la actualidad, los adolescentes enfrentan múltiples conflictos en entornos escolares y digitales, que afectan su bienestar subjetivo y el clima de convivencia. La mediación se ha consolidado como una estrategia eficaz de construcción de paz, pero los nuevos escenarios virtuales demandan la integración de herramientas innovadoras. Entre ellas, la inteligencia artificial (IA) y otras tecnologías emergentes ofrecen un potencial significativo para la prevención, detección y gestión pacífica de conflictos juveniles. Este artículo presenta una revisión narrativa de literatura académica y documentos institucionales que analizan el papel de la IA en el acompañamiento socioemocional, y la mediación escolar y digital. Se destacan aplicaciones como chatbots de orientación, algoritmos de detección temprana de lenguaje agresivo y plataformas de apoyo emocional. Asimismo, se examinan beneficios esperados —prevención de la violencia, fomento de la convivencia digital y empoderamiento juvenil— junto con riesgos asociados, como la privacidad de datos, la deshumanización del proceso de mediación y las desigualdades en el acceso a la tecnología. Finalmente, se propone un marco conceptual que concibe la IA como un complemento y no un sustituto de la mediación humana, subrayando la necesidad de un uso ético y regulado en la construcción de paz juvenil.
Nowadays, adolescents face multiple conflicts in both school and digital environments, which affect their subjective well-being and the overall climate of coexistence. Mediation has been consolidated as an effective peacebuilding strategy; however, new virtual scenarios demand the integration of innovative tools. Among them, artificial intelligence (AI) and other emerging technologies offer significant potential for the prevention, detection, and peaceful management of youth conflicts. This article presents a narrative review of academic literature and institutional reports analyzing the role of AI in socio-emotional support, and both school and digital mediation. Highlighted applications include guidance chatbots, algorithms for the early detection of aggressive language, and emotional support platforms. The article also examines expected benefits —such as violence prevention, promotion of digital coexistence, and youth empowerment— alongside risks, including data privacy concerns, the dehumanization of mediation processes, and inequalities in access to technology. Finally, a conceptual framework is proposed in which AI is conceived as a complement, not a substitute, to human mediation, emphasizing the need for ethical and regulated use in fostering youth peacebuilding.
Atualmente, os adolescentes enfrentam múltiplos conflitos em ambientes escolares e digitais, que afetam seu bem-estar subjetivo e o clima de convivência. A mediação tem se consolidado como uma estratégia eficaz de construção da paz; no entanto, os novos contextos virtuais demandam a integração de ferramentas inovadoras. Entre elas, a inteligência artificial (IA) e outras tecnologias emergentes oferecem um potencial significativo para a prevenção, detecção e gestão pacífica de conflitos juvenis. Este artigo apresenta uma revisão narrativa da literatura acadêmica e de documentos institucionais que analisam o papel da IA no acompanhamento socioemocional, e nos processos de mediação escolar e digital. Destacam-se aplicações como chatbots de orientação, algoritmos de detecção precoce de linguagem agressiva e plataformas de apoio emocional. Além disso, são examinados os benefícios esperados —como a prevenção da violência, o fomento da convivência digital e o empoderamento juvenil— juntamente com riscos associados, como a privacidade de dados, a desumanização do processo de mediação e as desigualdades no acesso à tecnologia. Por fim, propõe-se um marco conceitual que compreende a IA como um complemento, e não um substituto, da mediação humana, ressaltando a necessidade de um uso ético e regulado na construção da paz juvenil.
Nowadays, adolescents face multiple conflicts in both school and digital environments, which affect their subjective well-being and the overall climate of coexistence. Mediation has been consolidated as an effective peacebuilding strategy; however, new virtual scenarios demand the integration of innovative tools. Among them, artificial intelligence (AI) and other emerging technologies offer significant potential for the prevention, detection, and peaceful management of youth conflicts. This article presents a narrative review of academic literature and institutional reports analyzing the role of AI in socio-emotional support, and both school and digital mediation. Highlighted applications include guidance chatbots, algorithms for the early detection of aggressive language, and emotional support platforms. The article also examines expected benefits —such as violence prevention, promotion of digital coexistence, and youth empowerment— alongside risks, including data privacy concerns, the dehumanization of mediation processes, and inequalities in access to technology. Finally, a conceptual framework is proposed in which AI is conceived as a complement, not a substitute, to human mediation, emphasizing the need for ethical and regulated use in fostering youth peacebuilding.
Atualmente, os adolescentes enfrentam múltiplos conflitos em ambientes escolares e digitais, que afetam seu bem-estar subjetivo e o clima de convivência. A mediação tem se consolidado como uma estratégia eficaz de construção da paz; no entanto, os novos contextos virtuais demandam a integração de ferramentas inovadoras. Entre elas, a inteligência artificial (IA) e outras tecnologias emergentes oferecem um potencial significativo para a prevenção, detecção e gestão pacífica de conflitos juvenis. Este artigo apresenta uma revisão narrativa da literatura acadêmica e de documentos institucionais que analisam o papel da IA no acompanhamento socioemocional, e nos processos de mediação escolar e digital. Destacam-se aplicações como chatbots de orientação, algoritmos de detecção precoce de linguagem agressiva e plataformas de apoio emocional. Além disso, são examinados os benefícios esperados —como a prevenção da violência, o fomento da convivência digital e o empoderamento juvenil— juntamente com riscos associados, como a privacidade de dados, a desumanização do processo de mediação e as desigualdades no acesso à tecnologia. Por fim, propõe-se um marco conceitual que compreende a IA como um complemento, e não um substituto, da mediação humana, ressaltando a necessidade de um uso ético e regulado na construção da paz juvenil.
