CHALLENGES IN THE USE OF ARTIFICIAL INTELLIGENCE FOR INFORMATION MANAGEMENT AMONG LIBRARIANS IN NIGERIA

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Corporación Universitaria Minuto de Dios

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This study examines the challenges faced by librarians in a Nigerian university regarding the adoption of Artificial Intelligence (AI) for information management. It addresses how systemic and contextual factors influence perceptions of AI’s usefulness and ease of use. A qualitative case study approach was employed. Data was selected from semi-structured interviews with 12 librarians from various functional areas within the library at a mid-sized agricultural university in Nigeria. Data were collected from January to March 2025 and the study was underpinned by the Technology Acceptance Model (TAM) and the Information Systems Success Model (ISSM). Thematic analysis was applied to identify key patterns. Findings indicate that while librarians perceive AI as useful for automating routine tasks such as cataloguing, indexing, and handling frequently asked questions, significant barriers such as inadequate digital infrastructure, insufficient training, and bureaucratic procurement processes hinder effective adoption. Specifically, participants noted a steep learning curve and a reliance on donor-driven training initiatives which led to fragmented skill development. Systemic issues like unreliable electricity and high internet costs further constrained AI implementation. The systemic issues point to the relationship between technological readiness and institutional support. The results lay emphasis on the fact that perceived usefulness and ease of use are interdependent, and are influenced by systemic quality and contextual realities unique to Nigeria. The study reframes AI adoption from a purely technological challenge to a socio-technical phenomenon that is co-determined by information management practices, institutional funding priorities, and policy frameworks; and, in doing so, it offers what can be described as a correction for literature that tends to overstate the potential of AI in information management in libraries by neglecting these systemic interdependencies.
Este estudio examina los desafíos que enfrentan los bibliotecarios de una universidad nigeriana respecto a la adopción de la Inteligencia Artificial (IA) para la gestión de la información. Analiza cómo los factores sistémicos y contextuales influyen en las percepciones sobre la utilidad e idoneidad de uso de la IA. Se empleó un enfoque cualitativo de estudio de caso. Los datos se seleccionaron a partir de entrevistas semiestructuradas realizadas a 12 bibliotecarios de diversas áreas funcionales dentro de la biblioteca de una universidad agrícola de tamaño mediano en Nigeria. La recolección de datos se llevó a cabo entre enero y marzo de 2025, y el estudio se fundamentó en el Modelo de Aceptación Tecnológica (TAM) y el Modelo de Éxito de los Sistemas de Información (ISSM). Se aplicó un análisis temático para identificar los patrones clave. Los hallazgos indican que, si bien los bibliotecarios perciben a la IA como útil para automatizar tareas rutinarias como la catalogación, la indización y la atención de preguntas frecuentes, la adopción efectiva se ve obstaculizada por barreras significativas tales como una infraestructura digital inadecuada, una capacitación insuficiente y procesos burocráticos de adquisición. Específicamente, los participantes señalaron una curva de aprendizaje pronunciada y una dependencia de iniciativas de capacitación impulsadas por donantes, lo que da lugar a un desarrollo fragmentado de habilidades. Problemas sistémicos como el suministro eléctrico poco confiable y los altos costos de internet restringieron aún más la implementación de la IA. Estos problemas sistémicos evidencian la relación entre la preparación tecnológica y el respaldo institucional. Los resultados enfatizan que la utilidad percibida y la facilidad de uso percibida son interdependientes, y están influenciadas por la calidad sistémica y las realidades contextuales propias de Nigeria. El estudio replantea la adopción de la IA, pasando de ser un desafío puramente tecnológico a un fenómeno sociotécnico co-determinado por las prácticas de gestión de la información, las prioridades de financiamiento institucional y los marcos normativos; al hacerlo, ofrece lo que puede describirse como una enmienda para la literatura científica que tiende a sobrestimar el potencial de la IA en la gestión de la información en las bibliotecas al ignorar estas interdependencias sistémicas.
Este estudo examina os desafios enfrentados por bibliotecários em uma universidade nigeriana no que diz respeito à adoção da Inteligência Artificial (IA) para a gestão da informação. Aborda como fatores sistêmicos e contextuais influenciam as percepções sobre a utilidade e a facilidade de uso da IA. Empregou-se uma abordagem de estudo de caso qualitativo. Os dados foram selecionados a partir de entrevistas semiestruturadas com 12 bibliotecários de diversas áreas funcionais da biblioteca de uma universidade agrícola de médio porte na Nigéria. A coleta de dados ocorreu de janeiro a março de 2025, e o estudo foi fundamentado no Modelo de Aceitação de Tecnologia (TAM) e no Modelo de Sucesso de Sistemas de Informação (ISSM). A análise temática foi aplicada para identificar padrões essenciais. Os resultados indicam que, embora os bibliotecários percebam a IA como útil para automatizar tarefas rotineiras — como catalogação, indexação e atendimento a perguntas frequentes —, barreiras significativas, como infraestrutura digital inadequada, treinamento insuficiente e processos burocráticos de aquisição, dificultam a adoção eficaz. Especificamente, os participantes apontaram uma curva de aprendizado acentuada e a dependência de iniciativas de treinamento promovidas por doadores externos, o que levou a um desenvolvimento fragmentado de competências. Problemas sistêmicos, como eletricidade instável e altos custos de internet, limitaram ainda mais a implementação da IA. Essas questões sistêmicas evidenciam a relação entre a prontidão tecnológica e o apoio institucional. Os resultados enfatizam que a utilidade percebida e a facilidade de uso percebida são interdependentes e influenciadas pela qualidade sistêmica e pelas realidades contextuais exclusivas da Nigéria. O estudo reestrutura a adoção da IA de um desafio puramente tecnológico para um fenômeno sociotécnico co-determinado por práticas de gestão da informação, prioridades de financiamento institucional e marcos regulatórios; ao fazê-lo, oferece o que pode ser descrito como uma correção para a literatura que tende a superestimar o potencial da IA na gestão da informação em bibliotecas ao negligenciar essas interdependências sistêmicas.

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