Not everything is as we have learned: epistemological obstructions of inclusive education

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Corporación Universitaria Minuto de Dios

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On this occasion I analyze some fundamental oppressions that affect the academic genre indexed as inclusive education. To this end, I maintain that what we know as inclusive education is not such a thing. We only know a pseudoheuristic disguise that imposes the founding paradigms of special education, its didactic and epistemological model to strategically fill in a blank space. What we name through the phrase ‘inclusive education’ is nothing more than a system of arbitrary transliteration of diverse bodies of knowledge, categorical forms and methodological repertoires typical of special education, co-opting defining signs - identity and face - of inclusive education. We are in the presence of a research territory that wanders with great force through various academic structures, ethical commitments and political projects – many of them, of dubious reputation – without knowing who it is. The work concludes by observing that taking special education as inclusive education is making the same mistake. 
En esta oportunidad se analizan algunas opresiones fundamentales que afectan al género académico indexado como educación inclusiva. A tal efecto, sostengo que lo que conocemos como educación inclusiva no es tal cosa. Sólo conocemos un disfraz pseudo-heurístico que impone los paradigmas fundantes de la educación especial, su modelo didáctico y epistemológico, para rellenar estratégicamente un espacio en blanco. Lo que nombramos a través del sintagma ‘educación inclusiva’ no es más que un sistema de transliteración arbitraria de diversos cuerpos de saberes, formas categoriales y repertorios metodológicos propios de la educación especial, cooptando signos definitorios – identidad y rostricidad– de la educación inclusiva. Estamos en presencia de un territorio de investigación que deambula con gran fuerza por diversas estructuras académicas, compromisos éticos y proyectos políticos –muchos de ellos, de dudosa reputación– sin saber quién es. El trabajo concluye observando que, tomar la educación especial como educación inclusiva es incurrir en el mismo fallo. 
Nesta ocasião analiso algumas opressões fundamentais que afetam o gênero acadêmico indexado como educação inclusiva. Para este fim, afirmo que o que conhecemos como educação inclusiva não é tal coisa. Conhecemos apenas um disfarce pseudo-heurístico que impõe os paradigmas fundadores da educação especial, o seu modelo didático e epistemológico para preencher estrategicamente um espaço em branco. O que denominamos através da expressão “educação inclusiva” nada mais é do que um sistema de transliteração arbitrária de diversos corpos de conhecimento, formas categóricas e repertórios metodológicos típicos da educação especial, cooptando signos definidores – identidade e face – da educação inclusiva. Estamos diante de um território de pesquisa que vagueia com muita força por diversas estruturas acadêmicas, compromissos éticos e projetos políticos – muitos deles, de reputação duvidosa – sem saber quem é. O trabalho conclui observando que considerar a educação especial como educação inclusiva é cometer o mesmo erro. 

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