Madurez, estructuración del entorno y procesos lectores en niños y niñas con discapacidad intelectual: una revisión documental
Loading...
Date
Authors
Advisors
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Corporación Universitaria Minuto de Dios
Abstract
This article analyzes the relationship between functional maturity, the structuring of the educational environment (time and space), and reading processes in children with intellectual disabilities, based on a systematic documentary review. The literature reviewed supports the understanding of maturity not as a static prerequisite, but as a functional construction that can be pedagogically mediated through relational, environmental, and bodily experiences. Likewise, a structured, accessible, and emotionally safe environment —including temporal routines, delimited spaces, and visual or sensory supports— is highlighted as a key facilitator of reading learning. Methodological approaches such as functional, global, and multimodal reading strategies emerge as effective when adapted to the interests and rhythms of each student. The findings reveal a limited theoretical integration between these three dimensions and underscore the need for inclusive pedagogical models that recognize literacy as a situated, embodied, and relational experience. The study offers key insights to reframe literacy in individuals with intellectual disabilities—not as a technique limited to developmental achievement, but as a legitimate and accessible process when the environment is organized with dignity, diversity, and the body as a pathway to reading.
Este artigo analisa a relação entre maturidade funcional, estruturação do ambiente educacional (tempo e espaço) e processos de leitura em crianças com deficiência intelectual, a partir de uma revisão documental sistemática. A literatura revisada nos permite compreender a maturidade não como um pré-requisito estático, mas como um construto funcional que pode ser mediado pedagogicamente por meio de conexão, ambiente e experiência corporal. Reconhece também que um ambiente estruturado, acessível e emocionalmente seguro — incluindo rotinas cronometradas, áreas designadas e suportes visuais ou sensoriais — atua como facilitador da aprendizagem da leitura. As abordagens metodológicas mais proeminentes são aquelas que propõem uma abordagem funcional, abrangente ou multimodal, articulada aos interesses e ritmos de cada aluno. Os resultados revelam uma falta de integração teórica entre essas três dimensões, bem como a necessidade de construir modelos pedagógicos inclusivos que reconheçam o direito à leitura como uma experiência situada, corporificada e relacional. O estudo oferece contribuições centrais para ressignificar a alfabetização em pessoas com deficiência intelectual — não como uma técnica limitada ao desenvolvimento alcançado, mas como um processo legítimo e acessível quando o ambiente é organizado com dignidade, diversidade e o corpo como caminho para a leitura.
El presente artículo analiza la relación entre madurez funcional, estructuración del entorno educativo y procesos lectores en niñas y niños con discapacidad intelectual mediante una revisión documental cualitativa de alcance exploratorio-analítico. Los hallazgos cuestionan la concepción de la madurez como un prerrequisito fijo para iniciar la alfabetización y muestran la pertinencia de valorar las habilidades presentes, las formas de comunicación y las necesidades de apoyo de cada estudiante. A su vez, la organización temporal y espacial, la accesibilidad de los materiales y la mediación pedagógica se reconocen como dimensiones que configuran las condiciones de participación en las experiencias lectoras. La evidencia revisada ofrece mayor respaldo a la enseñanza explícita de componentes fonológicos y a las intervenciones multicomponente, mientras que el reconocimiento de palabras significativas, la multimodalidad y los sistemas aumentativos y alternativos de comunicación amplían las posibilidades de acceso y participación. La revisión identifica, sin embargo, una escasa articulación entre madurez funcional, entorno, experiencia corporal y lectura. A partir de este vacío se proponen lineamientos pedagógicos de carácter situado, cuya pertinencia deberá ser contrastada mediante investigación empírica.
Este artigo analisa a relação entre maturidade funcional, estruturação do ambiente educacional (tempo e espaço) e processos de leitura em crianças com deficiência intelectual, a partir de uma revisão documental sistemática. A literatura revisada nos permite compreender a maturidade não como um pré-requisito estático, mas como um construto funcional que pode ser mediado pedagogicamente por meio de conexão, ambiente e experiência corporal. Reconhece também que um ambiente estruturado, acessível e emocionalmente seguro — incluindo rotinas cronometradas, áreas designadas e suportes visuais ou sensoriais — atua como facilitador da aprendizagem da leitura. As abordagens metodológicas mais proeminentes são aquelas que propõem uma abordagem funcional, abrangente ou multimodal, articulada aos interesses e ritmos de cada aluno. Os resultados revelam uma falta de integração teórica entre essas três dimensões, bem como a necessidade de construir modelos pedagógicos inclusivos que reconheçam o direito à leitura como uma experiência situada, corporificada e relacional. O estudo oferece contribuições centrais para ressignificar a alfabetização em pessoas com deficiência intelectual — não como uma técnica limitada ao desenvolvimento alcançado, mas como um processo legítimo e acessível quando o ambiente é organizado com dignidade, diversidade e o corpo como caminho para a leitura.
El presente artículo analiza la relación entre madurez funcional, estructuración del entorno educativo y procesos lectores en niñas y niños con discapacidad intelectual mediante una revisión documental cualitativa de alcance exploratorio-analítico. Los hallazgos cuestionan la concepción de la madurez como un prerrequisito fijo para iniciar la alfabetización y muestran la pertinencia de valorar las habilidades presentes, las formas de comunicación y las necesidades de apoyo de cada estudiante. A su vez, la organización temporal y espacial, la accesibilidad de los materiales y la mediación pedagógica se reconocen como dimensiones que configuran las condiciones de participación en las experiencias lectoras. La evidencia revisada ofrece mayor respaldo a la enseñanza explícita de componentes fonológicos y a las intervenciones multicomponente, mientras que el reconocimiento de palabras significativas, la multimodalidad y los sistemas aumentativos y alternativos de comunicación amplían las posibilidades de acceso y participación. La revisión identifica, sin embargo, una escasa articulación entre madurez funcional, entorno, experiencia corporal y lectura. A partir de este vacío se proponen lineamientos pedagógicos de carácter situado, cuya pertinencia deberá ser contrastada mediante investigación empírica.
