La gestión de la crisis en las redes sociales: su dimensión mortal
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Corporación Universitaria Minuto de Dios
Abstract
El presente artículo reflexiona sobre la gestión de la crisis en redes sociales, en particular en aquellas de carácter generalista. Su propósito es identificar una serie de elementos que pueden constituir puntos de anclaje para nuevas elaboraciones teóricas en torno a la noción de crisis. Asimismo, plantea una posible respuesta a la pregunta: ¿qué ocurre cuando la gestión de la crisis fracasa?
Para abordar estas cuestiones se proponen tres ejes de análisis: 1) las crisis en redes generalistas y la renovación del sujeto; 2) la dimensión mortal en la gestión de la crisis; y 3) estrategias para gestionar una crisis en redes generalistas.
El trabajo concluye que es necesario continuar reflexionando sobre la gestión de la crisis, dado que constituye un fenómeno vigente y estrechamente ligado a la dinámica política contemporánea. La crisis no debe entenderse como un hecho estático, pues adopta nuevas formas según el tiempo y el espacio en que emerge. En consecuencia, su gestión también requiere transformaciones constantes, ya que las herramientas disponibles pueden volverse obsoletas o ineficaces frente a escenarios cambiantes. De ahí la importancia de seguir teorizando e investigando sobre este tema.
O presente artigo reflete sobre a gestão da crise nas redes sociais, em especial naquelas de caráter generalista. Seu propósito é identificar uma série de elementos que podem constituir pontos de ancoragem para novas formulações teóricas em torno da noção de crise. Além disso, busca responder à pergunta: o que ocorre quando a gestão da crise fracassa? Para abordar essas questões, propõem-se três eixos de análise: 1) as crises em redes generalistas e a renovação do sujeito; 2) a dimensão mortal na gestão da crise; e 3) estratégias para gerir uma crise em redes generalistas. O trabalho conclui que é necessário continuar refletindo sobre a gestão da crise, pois trata-se de um fenômeno atual e intimamente ligado à dinâmica política contemporânea. A crise não deve ser compreendida como um fato estático, uma vez que assume novas formas conforme o tempo e o espaço em que emerge. Consequentemente, sua gestão também requer transformações constantes, já que as ferramentas disponíveis podem tornar-se obsoletas ou ineficazes diante de cenários em mudança. Daí a importância de continuar teorizando e investigando sobre esse tema.
This article reflects on crisis management in social networks, particularly those of a generalist nature. Its purpose is to identify a series of elements that may serve as anchor points for new theoretical developments around the notion of crisis. It also seeks to address the question: What happens when crisis management fails? To approach these issues, three axes of analysis are proposed: 1) crises in generalist networks and the renewal of the subject; 2) the mortal dimension in crisis management; and 3) strategies for managing a crisis in generalist networks. The paper concludes that it is necessary to continue reflecting on crisis management, since it represents an ongoing phenomenon closely linked to contemporary political dynamics. Crisis should not be understood as a static event, as it adopts new forms depending on the time and space in which it emerges. Consequently, its management also requires constant transformation, as available tools may become obsolete or ineffective in the face of changing scenarios. Hence, the importance of continuing to theorize and research this topic.
O presente artigo reflete sobre a gestão da crise nas redes sociais, em especial naquelas de caráter generalista. Seu propósito é identificar uma série de elementos que podem constituir pontos de ancoragem para novas formulações teóricas em torno da noção de crise. Além disso, busca responder à pergunta: o que ocorre quando a gestão da crise fracassa? Para abordar essas questões, propõem-se três eixos de análise: 1) as crises em redes generalistas e a renovação do sujeito; 2) a dimensão mortal na gestão da crise; e 3) estratégias para gerir uma crise em redes generalistas. O trabalho conclui que é necessário continuar refletindo sobre a gestão da crise, pois trata-se de um fenômeno atual e intimamente ligado à dinâmica política contemporânea. A crise não deve ser compreendida como um fato estático, uma vez que assume novas formas conforme o tempo e o espaço em que emerge. Consequentemente, sua gestão também requer transformações constantes, já que as ferramentas disponíveis podem tornar-se obsoletas ou ineficazes diante de cenários em mudança. Daí a importância de continuar teorizando e investigando sobre esse tema.
This article reflects on crisis management in social networks, particularly those of a generalist nature. Its purpose is to identify a series of elements that may serve as anchor points for new theoretical developments around the notion of crisis. It also seeks to address the question: What happens when crisis management fails? To approach these issues, three axes of analysis are proposed: 1) crises in generalist networks and the renewal of the subject; 2) the mortal dimension in crisis management; and 3) strategies for managing a crisis in generalist networks. The paper concludes that it is necessary to continue reflecting on crisis management, since it represents an ongoing phenomenon closely linked to contemporary political dynamics. Crisis should not be understood as a static event, as it adopts new forms depending on the time and space in which it emerges. Consequently, its management also requires constant transformation, as available tools may become obsolete or ineffective in the face of changing scenarios. Hence, the importance of continuing to theorize and research this topic.
