¿Es posible pensar la educación inclusiva como programa de cambio?

dc.contributor.authorOcampo González, Aldo
dc.contributor.authorOcampo González, Aldo
dc.contributor.authorOcampo González, Aldo
dc.date.accessioned2026-09-14T20:04:56Z
dc.date.issued2025-07-14
dc.description.abstractSí partimos de la afirmación que, la educación inclusiva es un territorio conformado por múltiples intereses y por complejas influencias; entonces, una de sus tantas singularidades, reside en su capacidad para enunciarse con diferentes palabras, objetos de lucha y propósitos de trabajo. El objetivo del presente trabajo consiste en explorar un corpus de argumentos que permiten comprender al campo intelectual y al proyecto político indexado a través de la etiqueta ‘educación inclusiva’ en tanto programa de cambio. Sí entendemos la vulnerabilidad desde una concepción universal, colocando en desmedro las formas de fragilidad social, política y cultural que afectan diferencial y relacionalmente a amplios colectivos de ciudadanos. Interesa, entonces, recuperar la noción de ‘experiencia compartida’, lo que nos permite atender a las configuraciones de las múltiples estructuras de desigualdad que afectan la experiencia de y entre diversos grupos sociales y escolares. Además, de aprender a hacer visible las injusticias, evitando que su uso apoye múltiples agendas a favor del cambio que son silenciosamente cooptadas por políticas neopaternalistas. Por norma, los atributos que definen los colectivos reafirmados en dichas políticas son determinados a través de un conjunto de atributos de orden esencialista.
dc.description.abstractIf we start from the assertion that inclusive education is a territory shaped by multiple interests and complex influences, then one of its many unique features lies in its ability to be expressed in different words, objects of struggle, and work purposes. The objective of this paper is to explore a body of arguments that allow us to understand the intellectual field and the political project indexed through the label “inclusive education” as a program for change. We do understand vulnerability from a universal conception, placing at the expense of the forms of social, political, and cultural fragility that differentially and relationally affect broad groups of citizens. It is therefore of interest to recover the notion of “shared experience,” which allows us to address the configurations of the multiple structures of inequality that affect the experience of and among diverse social and school groups. It is also important to learn to make injustices visible, preventing their use from supporting multiple agendas in favor of change that are silently co-opted by neo-paternalistic policies. Typically, the attributes that define the collectives affirmed by these policies are determined through a set of essentialist attributes.
dc.description.abstractSe partirmos da afirmação de que a educação inclusiva é um território conformado por múltiplos interesses e por influências complexas, então, uma de suas tantas singularidades reside em sua capacidade de se enunciar com diferentes palavras, objetos de luta e propósitos de trabalho. O objetivo deste trabalho consiste em explorar um corpus de argumentos que permitem compreender o campo intelectual e o projeto político indexado pela etiqueta ‘educação inclusiva’ enquanto programa de mudança. Se entendermos a vulnerabilidade a partir de uma concepção universal, colocamos em desvantagem as formas de fragilidade social, política e cultural que afetam diferencial e relacionalmente amplos coletivos de cidadãos. Interessa, então, recuperar a noção de ‘experiência compartilhada’, o que nos permite considerar as configurações das múltiplas estruturas de desigualdade que afetam a experiência de e entre diversos grupos sociais e escolares. Além disso, aprender a tornar visíveis as injustiças, evitando que seu uso sustente múltiplas agendas em favor da mudança, as quais são silenciosamente cooptadas por políticas neopaternalistas. Por norma, os atributos que definem os coletivos reafirmados por tais políticas são determinados a partir de um conjunto de características de ordem essencialista. Esse é um problema restritivo na produção de lutas por igualitarismo.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.doi10.26620/uniminuto.inclusion.12.1.2025.15-39
dc.identifier.urihttps://revistas.uniminuto.edu/index.php/IYD/article/view/4393
dc.identifier.urihttps://repository.uniminuto.edu/handle/10656/24492
dc.languagespa
dc.publisherCorporación Universitaria Minuto de Dios
dc.relationhttps://revistas.uniminuto.edu/index.php/IYD/article/view/4393/3973
dc.rightsDerechos de autor 2025 Inclusión y Desarrollo
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0
dc.sourceInclusión y Desarrollo; Vol. 12 No. 1 (2025): January – June; 15-39
dc.sourceInclusión y Desarrollo; Vol. 12 Núm. 1 (2025): Enero - Junio; 15-39
dc.sourceInclusión y Desarrollo; v. 12 n. 1 (2025): Janeiro – Junho; 15-39
dc.source2590-7700
dc.source2389-7341
dc.source10.26620/uniminuto.inclusion.12.1.2025
dc.subjectInclusion
dc.subjectModern world
dc.subjectChange program
dc.subjectTransformation
dc.subjectVulnerability
dc.subjectInclusión
dc.subjectMundo actual
dc.subjectPrograma de cambio
dc.subjectTransformación
dc.subjectVulnerabilidad
dc.subjectInclusão
dc.subjectMundo atual
dc.subjectPrograma de mudança
dc.subjectTransformação
dc.subjectVulnerabilidade
dc.title¿Es posible pensar la educación inclusiva como programa de cambio?
dc.titleIs it possible to think of inclusive education as a program for change?
dc.titleÉ possível pensar a educação inclusiva como um programa de mudança?
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typetext
dc.typetexto

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