Own education and struggles for autonomy: : organizational experiences of the indigenous peoples of the CRIC, EZLN and CAM

dc.contributor.authorTorres Puentes, Wilson Javier
dc.contributor.authorTorres Puentes, Wilson Javier
dc.contributor.authorTorres Puentes, Wilson Javier
dc.date.accessioned2026-09-14T20:04:44Z
dc.date.issued2023-09-26
dc.description.abstractThis article is the result of a doctoral study that addressed three indigenous communities in Mexico, Colombia and Chile: the Zapatistas, the Nasa and the Mapuche, together with their political organizations (Zapatista Army of National Liberation, Indigenous Regional Council of Cauca, and Coordinating Committee of Communities in Conflict Arauco-Malleco). Its approach was carried out, methodologically, in the light of the experimentation called situated epistemology, a qualitative and theoretical-analytical convergence structured on three critical-analytical axes: translation, the expanded present, and the widening of the gaze. The article focuses its attention on two convergent processes that  are part of  the constant struggles of these indigenous communities: the struggle for autonomy, which translates into self-determination and self-government, and the exercise of territorial sovereignty, which translates into exercises of self-education. This type of education does not only refer to bilingual education (Spanish-indigenous languages); it is fundamentally a process of liberation-recovery by recovering what lost from the beginning of the invasion of 1492 to the present.
dc.description.abstractEl presente artículo es resultado de un estudio doctoral que abordó tres comunidades indígenas de México, Colombia y Chile: los zapatistas, los nasa y los mapuche, junto con sus organizaciones políticas (Ejército Zapatista de Liberación Nacional, Consejo Regional Indígena del Cauca y Coordinadora de Comunidades en Conflicto Arauco-Malleco). Su abordaje se realizó, metodológicamente, a la luz de la experimentación denominada epistemología situada, una convergencia cualitativa y teórico - analítica estructurada sobre tres ejes críticoanalíticos: la traducción, el presente expandido y la ampliación de la mirada. El artículo centra su atención en dos procesos convergentes y que forman parte de las luchas constantes de estas comunidades indígenas: la lucha por la autonomía, que se traduce en autodeterminación y autogobierno, y ejercer soberanía territorial, que se traduce en ejercicios de educación propia. Este tipo de educación no se refiere únicamente a educación bilingüe (español-lenguas indígenas); es fundamentalmente un proceso de liberación-recuperación al recobrar lo perdido desde el inicio de la invasión de 1492 hasta el presente.
dc.description.abstract  Este artigo é o resultado de um estudo de doutorado que abordou três comunidades indígenas no México, na Colômbia e no Chile: os zapatistas, os nasas e os mapuches, juntamente com suas organizações políticas (Exército Zapatista de Libertação Nacional, Conselho Indígena Regional de Cauca e Comitê de Coordenação de Comunidades em Conflito Arauco-Malleco). Sua abordagem foi realizada, metodologicamente, à luz da experimentação conhecida como epistemologia situada, uma convergência qualitativa e teóricoanalítica estruturada em três eixos crítico-analíticos: tradução, o presente expandido e ampliação do olhar. O artigo se concentra em dois processos convergentes que fazem parte das lutas constantes dessas comunidades indígenas: a luta pela autonomia, que se traduz em autodeterminação e autogoverno, e o exercício da soberania territorial, que se traduz em exercícios de sua própria educação. Essa educação não se refere apenas à educação bilíngue (línguas espanholas e indígenas); é fundamentalmente um processo de libertação-recuperação, recuperando o que foi perdido desde o início da invasão de 1492 até o presente.
dc.formatapplication/pdf
dc.formattext/html
dc.identifier.doi10.26620/uniminuto.inclusion.10.1.2023.35-48
dc.identifier.urihttps://revistas.uniminuto.edu/index.php/IYD/article/view/3554
dc.identifier.urihttps://repository.uniminuto.edu/handle/10656/24453
dc.languagespa
dc.publisherCorporación Universitaria Minuto de Dios
dc.relationhttps://revistas.uniminuto.edu/index.php/IYD/article/view/3554/3430
dc.relationhttps://revistas.uniminuto.edu/index.php/IYD/article/view/3554/3833
dc.rightsDerechos de autor 2023 Inclusión y Desarrollo
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0
dc.sourceInclusión y Desarrollo; Vol. 10 No. 1 (2023): Enero - Junio; 35-48
dc.sourceInclusión y Desarrollo; Vol. 10 Núm. 1 (2023): Enero - Junio; 35-48
dc.sourceInclusión y Desarrollo; v. 10 n. 1 (2023): Enero - Junio; 35-48
dc.source2590-7700
dc.source2389-7341
dc.source10.26620/uniminuto.inclusion.10.1.2023
dc.subjectEpistemología situada
dc.subjectAutodeterminación
dc.subjectAutogobierno
dc.subjectEducación propia
dc.subjectSituated epistemology
dc.subjectSelf-determination
dc.subjectSelf-governance
dc.subjectSelf-education
dc.subjectEpistemologia situada
dc.subjectAutodeterminação
dc.subjectAutogovernança
dc.subjectAutoeducação
dc.titleOwn education and struggles for autonomy: : organizational experiences of the indigenous peoples of the CRIC, EZLN and CAM
dc.titleEducaciones propias y luchas por la autonomía:: experiencias organizativas de los pueblos indígenas del CRIC, EZLN y CAM
dc.titleEducação própria e lutas por autonomía: : experiências organizacionais dos povos indígenas do CRIC, EZLN e CAM
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeText
dc.typeTexto

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