“Listening at a high-volume may damage your hearing”: exploring the audio use behaviour and knowledge of health campaigns on safe listening among young nigerians

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Corporación Universitaria Minuto de Dios

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This study explores the listening behaviour of young Nigerians, as well as their knowledge on the content of safe listening health campaigns. The study adopts a qualitative research approach and data collected from 20 purposively selected participants, who included Nigerian undergraduates, as well as individuals in the music industry, including music managers, musicians and owners of clubs. Findings from the study show that young people in Nigeria, particularly those aged between 20-29 years old, engage in unhealthy listening habits, including listening to music at high volumes for extended periods; and social factors such as peer culture, social norms, and environmental influences significantly contribute to the development and perpetuation of unhealthy listening habits. Notably, the participants demonstrated limited knowledge of health campaigns on safe listening practices, including recommended intensity, duration, and frequency of exposure to sounds; and this lack of awareness may contribute to the persistence of unhealthy listening habits among young Nigerians. In spite of some participants’ indicated awareness of the dangers of unsafe listening behaviours, various factors intervene between knowledge and behaviour. For instance, peer culture, social norms, financial motivations, environmental factors, and occupational demands pose significant challenges in translating knowledge into action, highlighting the complexity of behavioural change in this context. The findings challenge traditional models such as the Knowledge, Attitudes, and Practices (KAP) model, which assume a direct link between knowledge and behaviour. The influence of social, economic, and environmental factors, highlight the need for more in-depth approaches to understanding and addressing unhealthy listening behaviours. The study argues that effective health campaigns on safe listening practices should not only focus on increasing knowledge but also address the underlying social and environmental determinants of behaviour. Strategies should consider the influence of peer culture, social norms, and environmental contexts in promoting behaviour change. The study recommends the incorporation of parents who serve as important health information sources to the young individuals into campaigns to promote safe listening. The use of mobile apps that incentivise safe listening practices is also recommended.
Este estudio explora el comportamiento auditivo de los jóvenes nigerianos, así como su conocimiento sobre el contenido de las campañas de salud relacionadas con la escucha segura. El estudio adopta un enfoque de investigación cualitativo, y los datos se recopilaron de 20 participantes seleccionados intencionalmente, que incluían estudiantes universitarios nigerianos y personas del sector musical, como gerentes de música, músicos y propietarios de clubes. Los hallazgos del estudio mostraron que los jóvenes en Nigeria, especialmente aquellos entre 20 y 29 años, practican hábitos de escucha poco saludables, incluyendo escuchar música a volúmenes altos durante períodos prolongados. Además, factores sociales como la cultura entre pares, las normas sociales y las influencias ambientales contribuyen significativamente al desarrollo y la perpetuación de estos hábitos de escucha poco saludables. Notablemente, los participantes demostraron un conocimiento limitado sobre las campañas de salud que promueven prácticas de escucha segura, incluyendo la intensidad, duración y frecuencia recomendadas de exposición al sonido. Esta falta de conciencia puede contribuir a la persistencia de hábitos de escucha no saludables entre los jóvenes nigerianos. Aunque algunos participantes mostraron conciencia sobre los peligros de los comportamientos de escucha inseguros, diversos factores intervienen entre el conocimiento y la acción. Por ejemplo, la cultura de pares, las normas sociales, las motivaciones económicas, los factores ambientales y las exigencias laborales plantean desafíos significativos para traducir el conocimiento en comportamiento, lo que resalta la complejidad del cambio conductual en este contexto. Los hallazgos cuestionan modelos tradicionales como el de Conocimientos, Actitudes y Prácticas (CAP), que asumen un vínculo directo entre conocimiento y comportamiento. La influencia de los factores sociales, económicos y ambientales destaca la necesidad de enfoques más profundos para comprender y abordar los hábitos de escucha poco saludables. El estudio argumenta que las campañas de salud efectivas sobre prácticas de escucha segura no deben centrarse únicamente en aumentar el conocimiento, sino también en abordar los determinantes sociales y ambientales subyacentes del comportamiento. Las estrategias deben considerar la influencia de la cultura de pares, las normas sociales y los contextos ambientales en la promoción del cambio conductual. El estudio recomienda incorporar a los padres, quienes actúan como fuentes importantes de información sobre salud para los jóvenes, en las campañas para promover la escucha segura. También se recomienda el uso de aplicaciones móviles que incentiven las prácticas de escucha segura.
Este estudo explora o comportamento de escuta dos jovens nigerianos, bem como o seu conhecimento sobre o conteúdo das campanhas de saúde voltadas para a escuta segura. O estudo adota uma abordagem de pesquisa qualitativa, e os dados foram coletados de 20 participantes selecionados intencionalmente, incluindo estudantes universitários nigerianos e indivíduos da indústria musical, como gerentes de música, músicos e proprietários de clubes. Os resultados do estudo mostraram que os jovens na Nigéria, especialmente aqueles com idades entre 20 e 29 anos, apresentam hábitos de escuta não saudáveis, incluindo ouvir música em volumes altos por longos períodos. Além disso, fatores sociais como a cultura entre pares, as normas sociais e as influências ambientais contribuem significativamente para o desenvolvimento e a perpetuação desses hábitos de escuta prejudiciais. Observou-se que os participantes demonstraram conhecimento limitado sobre as campanhas de saúde relacionadas às práticas de escuta segura, incluindo a intensidade, duração e frequência recomendadas de exposição ao som. Essa falta de conscientização pode contribuir para a persistência de hábitos auditivos não saudáveis entre os jovens nigerianos. Embora alguns participantes tenham indicado estar cientes dos perigos do comportamento de escuta inseguro, vários fatores interferem entre o conhecimento e a ação. Por exemplo, a cultura entre pares, as normas sociais, as motivações financeiras, os fatores ambientais e as exigências ocupacionais representam desafios significativos para transformar o conhecimento em prática, destacando a complexidade da mudança comportamental nesse contexto. Os resultados desafiam modelos tradicionais como o de Conhecimento, Atitudes e Práticas (KAP), que pressupõem uma ligação direta entre conhecimento e comportamento. A influência de fatores sociais, econômicos e ambientais destaca a necessidade de abordagens mais profundas para compreender e enfrentar os hábitos auditivos não saudáveis. O estudo argumenta que campanhas de saúde eficazes sobre práticas de escuta segura não devem focar apenas no aumento do conhecimento, mas também em abordar os determinantes sociais e ambientais subjacentes do comportamento. As estratégias devem considerar a influência da cultura entre pares, das normas sociais e dos contextos ambientais na promoção da mudança comportamental. O estudo recomenda a incorporação dos pais, que atuam como importantes fontes de informação sobre saúde para os jovens, nas campanhas para promover a escuta segura. Também é recomendada a utilização de aplicativos móveis que incentivem práticas de escuta segura.

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